Resolving the issue with synchronization in old version

Alavanque suas vendas usando LEDs sabendo exatamente o que esperar DELES.

É sabido que as lâmpadas comuns como as fluorescentes, halógenas e Neon deixam de funcionar depois de um certo tempo e é até comum encontrarmos na rua após um rápido passeio pela noite centenas de luminosos acesos pela metade, letreiros de hotéis com letras apagadas e fachadas com refletores sem funcionar, isso quando não passamos por uma rua onde até a iluminação pública está deficiente.


Temos experimentado um momento impar no setor de comunicação visual onde o acesso às novas tecnologias tem possibilitado a criação de projetos cada vez melhores para os nossos clientes. A disseminação do ACM, as constantes novidades dos fabricantes de Vinil, as inovações nas tecnologias de impressão e a popularização das routers e máquinas de corte e gravação à laser são apenas alguns exemplos.


No quesito iluminação, a Tecnologia LED tem assumido a dianteira. Com preços cada vez menores, a sua aplicação tem sido viabilizada em um número cada vez maior de projetos em nosso mercado. Entretanto, com um custo inicial relativamente maior, o LED ainda sofre concorrência com as outras tecnologias de iluminação, como a fluorescente (no caso dos backlights), o vapor metálico (no caso de frontlight) e o NEON.


Por ser uma tecnologia nova, muitas dúvidas pairam sobre o comportamento que o LED terá ao longo dos anos e muitas informações que passamos para os nossos clientes quando nos indagam suas dúvidas mais cabeludas, são as que conseguimos garimpar nos manuais dos fabricantes ou com a equipe de vendas dos distribuidores.


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Muito se discute sobre a longa vida útil do LED e sua incrível capacidade de 100.000 horas de vida útil que, quando comparado com as míseras 8.000 horas das fluorescentes, parece termos realmente encontrado as soluções para os nossos problemas, pelo menos em relação à iluminação dos nossos projetos.


É importante observar que esta metodologia de ranqueamento e medição da vida útil das lâmpadas é uma média de um lote de teste composto por um número grande de unidades. Desta maneira, diferentes lotes de produtos podem se comportar de maneira distinta.


Eu procuro ser bastante cauteloso na especificação da vida útil de um letreiro, mesmo sabendo que em laboratório estes números foram realmente alcançados. Minhas preocupações se justificam porque muitos fatores estão envolvidos quando pensamos quanto tempo na prática nossos clientes não precisarão se preocupar com manutenção em seus luminosos.


Quero neste momento que você me acompanhe numa linha de raciocínio que nos ajudara a trazer uma noção mais realista em relação a durabilidade dos LEDs.


O LED é apenas uma matéria-prima de outras indústrias (fabricantes de módulos, refletores, lâmpadas, etc), estando sujeito a diferentes processos antes de se tornar um produto final disponível ao grande mercado. Sabermos se e o quanto estes processos interferem na vida útil dos LEDs é uma incógnita. Nesta hora o que vale é o que consta na etiqueta dos fabricantes dos produtos (Geralmente bem inferior a 100.000 horas).


A suficiente dissipação do calor gerado pelo LED é também um importante fator quando pensamos na sua longevidade. Produtos de melhor qualidade tendem a serem melhores projetados e utilizam materiais que ajudam a dissipar o calor gerado pelo próprio LED, além de não permitir que em regiões muito quentes o calor do ambiente eleve a temperatura do LED durante o seu funcionamento.


Quando estamos tratando de aplicações para o nosso universo de Comunicação Visual, temos sempre que pensar em aplicações para uso externo, certo? Na rua estamos longes de ter condições climáticas controladas de laboratório, com temperaturas amenas e constantes à 25ºC.


Além disso, cada região tem sua peculiaridade, com extremos de temperatura e umidade que variam bastante ao longo do ano.


Quando projetamos nossos luminosos, sempre temos a preocupação em relação a sua robustez e a seleção dos materiais e técnicas que vamos utilizar. Pela nossa experiencia, a incidência de luz solar direta em um produto de LED não preparado para isso é a intempérie que mais pode comprometer a integridade do LED a curto prazo. Em experiencias que já fizemos aqui na SMARTLED, Letreiros de LEDs expostos em situações extremas tiveram seu brilho reduzido a 50% em 3 meses.


Por fim, nem sempre que um LED ou outra lâmpada para de funcionar é porque ele tenha queimado. Existem circuitos adjuntos ao LED que são responsáveis pelo seu funcionamento: Drivers (Fontes de alimentação), componentes passivos (resistências, diodos, capacitores) e as placas de circuito impresso em que são montados são, em determinadas aplicações, os maiores responsáveis pela inatividade de um LED.


Fora outras circunstâncias menos comuns, mas que já presenciamos em inúmeros projetos como descargas elétricas, instalações elétricas inadequadas e umidade excessiva (LEDs instalados em pontos de acúmulo de água).


O que realmente importa é que todas as tecnologias de iluminação estão sujeitas as circunstâncias citadas acima e o LED é sim a tecnologia que melhor se sobressai quanto à resistência e vida útil, sendo a melhor solução técnica disponível no momento.


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